A proteção de dados faz parte da rotina do laboratório
Laboratórios de análises clínicas lidam diariamente com informações pessoais e dados relacionados à saúde. Por isso, a LGPD em laboratórios de análises clínicas envolve também a forma como essas informações são acessadas, utilizadas e armazenadas.
Na prática, proteger os dados exige uma combinação de pessoas, processos e tecnologia.
É nesse ponto que o LIS, sistema de gestão laboratorial, pode contribuir.
Quem pode acessar cada informação?
Um dos primeiros pontos de atenção é o controle de acessos.
Cada colaborador deve ter um usuário próprio e permissões compatíveis com suas funções. Dessa forma, o laboratório reduz acessos desnecessários e consegue controlar melhor quem pode visualizar ou realizar determinadas ações.
Também é importante revisar os acessos periodicamente e bloquear usuários que não precisam mais utilizar o sistema.
Rastreabilidade ajuda a acompanhar as atividades
Além de controlar quem pode acessar uma informação, é importante conseguir identificar o que foi feito dentro do sistema.
Recursos de rastreabilidade permitem acompanhar determinadas ações realizadas pelos usuários, contribuindo para uma gestão mais organizada e para a identificação de possíveis falhas ou alterações.
Isso facilita a análise de ocorrências e a adoção de medidas preventivas.
A segurança não depende apenas do sistema
Ter um LIS com recursos de segurança é importante, mas não elimina a responsabilidade do laboratório sobre seus próprios processos.
A equipe precisa estar preparada para lidar com informações pessoais e reconhecer situações de risco, como:
- compartilhamento de senhas;
- acessos indevidos;
- links suspeitos;
- contatos falsos;
- solicitações incomuns de informações.
Por isso, treinamento e orientação dos colaboradores devem fazer parte da estratégia de segurança da informação.
Como o LIS pode apoiar a LGPD?
Um sistema de gestão laboratorial pode contribuir para diferentes etapas da proteção de dados.
Entre os recursos que podem apoiar essa rotina estão:
Controle de acessos: definição de usuários e permissões.
Rastreabilidade: acompanhamento das ações realizadas no sistema.
Biometria: recurso adicional de identificação.
Certificação digital: apoio à validação de processos que exigem maior controle.
Integração: informações centralizadas, reduzindo controles paralelos e digitações desnecessárias.
Segurança é um processo contínuo
A LGPD trouxe mais atenção para a forma como os dados pessoais são tratados, mas a proteção dessas informações precisa fazer parte da rotina do laboratório.
O objetivo não é apenas identificar uma falha depois que ela acontece. É criar processos que reduzam riscos e permitam uma resposta mais organizada quando uma situação inesperada ocorrer.
Pessoas, processos e tecnologia precisam trabalhar em conjunto.
O Unilab oferece recursos para apoiar os laboratórios no controle de acessos, rastreabilidade e organização dos processos.
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